Christophorus



Vagar
eu vago, tu vagas
aqui, não há vagas
ele vaga, nós vagamos
e tantos km nós rodamos

Divagar
eu divago enquanto vago
reescrevo e apago
nessa terra castanha ou transgênica
nessa rota tão sistêmica

Devagar

vou caminhando sem cansar
vou dançando ao andar
vivendo meus dias
pensando em demasia 

Cansar
eu canso, os braços cansam
as faixas amarelas avançam
o esperado cair da noite cai
no cheiro de peixe do cais

Perguntar
eu pergunto sempre
e perguntaram de onde venho
e tive vontade de dizer que
venho e vou de todo lugar

Vaguemos,
aqui de novo não há vagas
o jeito é cair como a noite cai,
mesmo com baixa cilindrada,
todos podem andar na estrada
 

livramentos

me perco nas palavras bonitas nas frases bem ditas das linhas benditas que são escritas em livros de todos os tempos logo, me perco no ...