19 de agosto de 2010

Os anéis exageradamente grandes, os livros roubados com boa intenção, antes do meio dia, depois da meia noite as ideias ressurgem. De olhos abertos só enxergamos o que o Universo nos permite. As confusões que farão com os ditos comuns, as interpretações erradas do que seria apenas um jeito de ser, expectativas de fatos inéditos quase que previsíveis. Com os olhos fechados, enxergaremos o que quisermos, e com uma exclusividade que não é nem de longe parecida com essa revista de fofoca que tenho em mãos. A crença no Maior e a dispensa de uma religião, o ceticismo, o contra-baixo enorme que cansa os braços, a seleção de músicas acústicas. "A verdade é que não há verdade" disse meu Neruda hoje, e as pessoas continuam tentando mostrar respostas ao invés de procurá-las. As minhas tulipas na Holanda e Van Bearle, as rotineiras discussões tolas e as cartas de baralho desenhadas que virarão marcadores de livro para alguns. As pessoas deveriam se unir para criar gerações de modo que elas sejam superiores e não do jeito que fomos criados. Nietzsche e Lou Salomé juntos, as inimigas aniversariantes de agosto, saudade do velho violão azul. Só se cresce quando se começa o auto-entendimento conciliado com a boa vontade para ajudar os outros a se conhecerem.... Ninguém cresce sozinho. Ninguém.

stellium em câncer

sol, lua, marte, mercúrio maria bethânia que perfeição